
Nunca compreenderemos a existência de uma outra pessoa diante de nós, pois a vemos como objeto. Porque só há lugar para 'outro' se em nosso próprio contexto. Será necessário que eu, você, ele, nos desdobremos (distanciados de nossos particulares territórios), se pretendermos viver a experiência alheia. Afinal, enxergamos no 'outro' sempre a nossa réplica. Um ser real, mas à margem, já que é por trás de nós que ele existe. Da mesma maneira como tudo adquire independência absoluta somente à margem do nosso campo de visão.
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